Confira alguns cuidados com alimentação e bebida no final do ano

As festas de final de ano são quase sempre um exagero na alimentação. É período de mesa farta, com mistura de pratos salgados e doces, além de bebidas variadas. Tudo muito calórico e de difícil digestão. Com os excessos, os problemas gastrointestinais podem aparecer e estragar o que era para ser um momento de alegria.

Aquela sensação de peso e até mesmo dor no estômago, náuseas, dores de cabeça, e desarranjo intestinal podem ser alguns sintomas que indicam que você passou da conta na hora da refeição. Para evitar tais desconfortos, é preciso pensar nas festas de final de ano como um momento de confraternização e não apenas de fartura de comida e presentes.

Por isso, é importante optar por cardápios mais leves, que incluam saladas, legumes, frutas e fibras, que podem ser encontradas em nozes, amêndoas, castanhas e frutas secas. Também é recomendável substituir alimentos fritos por assados e cozidos.

Na hora da sobremesa, moderação também é a palavra de ordem, já que os doces são um capítulo especial no cardápio das festas. Prefira os doces preparados com frutas, mas se não resistir aos pavês e bolos recheados, coma pequenas porções.

BEBIDAS ALCOÓLICAS

O excesso de bebidas alcoólicas nas festas de final de ano, além de provocar a temida ressaca, também pode interferir em várias funções do organismo.

Apesar de o álcool ser uma substância lícita e a mais usada no Brasil e no mundo, e seu consumo ser aceito (e encorajado) socialmente, seu uso causa sérios danos físicos, psíquicos e sociais.

Os riscos da ingestão de bebidas alcoólicas são muitos e os efeitos do uso agudo variam de acordo com a quantidade consumida num determinado tempo, tipo de bebida, sexo, peso e idade, e vão desde problemas como moleza, sonolência, perda de reflexos, desidratação, náuseas, vômitos, até coma, depressão respiratória e morte. Os riscos do uso crônico incluem problemas no fígado (hepatite, esteatose, cirrose); pâncreas (pancreatite); estômago (gastrite, úlcera); déficit de vitaminas; demência; aumento do risco de doenças do sistema circulatório, derrame, hipertensão; vários tipos de câncer; problemas cardíacos (infarto, miocardite); alteração do ciclo menstrual, impotência, infertilidade; e dependência.

É importante salientar que os riscos não se restringem ao indivíduo, aumentando também o risco para a comunidade, pois o álcool geralmente está associado a situações de violência (brigas, homicídios, agressões sexuais, vandalismo), acidentes de trânsito, quedas, afogamentos, suicídio e sexo desprotegido (resultando em gravidez indesejada e transmissão de doenças). Os jovens são os mais vulneráveis.

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